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SPdH - GROUNDFORCE - COVID-19

17.03.2020

STTAMP

 

Vivemos um momento extremamente preocupante e desafiante das nossas vidas, tanto no âmbito laboral como no âmbito pessoal.

 

O aparecimento inevitável e previsível de casos de trabalhadores infectados no espaço aeroportuário apenas precipitou a indignação dos trabalhadores com a aparente indiferença em relação ao seu sentimento de insegurança, que obviamente se instalou porque se preferiu seguir à risca as recomendações da DGS em vez de se promover a prevenção antecipada como forma de dar alguma serenidade aos operacionais aeroportuários.

 

É incompreensível que a Direcção do Aeroporto do Porto, em conjunto com as Autoridades do Estado, ignorem que estamos a laborar numa infraestrutura que configura uma das maiores fronteiras do país e do espaço europeu onde, a exemplo do nível de prontidão que levou à intervenção no 11 de Setembro ou mesmo durante a crise da gripe A, é do mais elementar bom senso que se aja de forma célere e efectiva.

 

Como é possível que se tenham encerrado portos marítimos no sentido de controlar a proliferação da pandemia COVID-19 e não se tenham implementado até agora quaisquer meios de controlo de passageiros, sendo os passageiros provenientes de cruzeiros de outros países europeus canalizados para os aeroportos nacionais?

 

Quanto mais tempo será necessário para se materializar o encerramento temporário dos aeroportos nacionais, seja para estancar o contágio de uma forma global, seja por falta de condições que garantam a salubridade do espaço aeroportuário para trabalhadores e passageiros?

 

Se são absolutamente desaconselhados os ajuntamentos de pessoas, porque razão não foi ainda restringido o acesso à área pública dos aeroportos, apenas a passageiros com cartão de embarque?

 

Continuaremos a intervir junto das demais autoridades no sentido de proteger a integridade física dos trabalhadores e das suas famílias, pelo que relembramos que podem e devem usar máscara e luvas no contacto com conglomerados de passageiros.

 

As luvas de nitrilo podem ser desinfectadas com álcool ou com gel desinfectante e reutilizadas.

 

Qualquer trabalhador tem o direito constitucional de proteger a sua integridade física no espaço laboral, dentro daquilo que é razoável, sem que para isso tenha que ter autorização de superior hierárquico.

 

A SPdH convencionou com a Multicare a agilização dos procedimentos através do lançamento de uma plataforma online de diagnóstico para ajudar a descongestionar as plataformas de apoio ao despiste do COVID-19 numa altura em que o Serviço Nacional de Saúde está bastante pressionado.

 

Através de um questionário interativo, este serviço ajuda a identificar as patologias possíveis associadas a um determinado sintoma de saúde, em que se inclui a infeção por COVID-19, e que será depois complementada com uma consulta médica através de videoconferência.

A ferramenta de diagnóstico está alojada no site www.medicinaonline.pt/pt/avaliador-de-sintomas

 

A seguradora isenta os clientes do seu seguro de saúde Multicare no caso de terem que fazer o teste de despiste ao Covid-19 por prescrição médica. Ou seja, vão poder fazê-lo gratuitamente em estabelecimentos de saúde privados. No mesmo sentido, a seguradora anuncia ainda que disponibiliza a linha de apoio telefónica Medicina On-line, disponível que 24h por dia, todos os dias da semana, e que um atendimento integralmente feito por médicos.

 

REGRAS PARA UTILIZAÇÃO DA MÁSCARA:

1) A colocação e remoção da máscara deverá ser SEMPRE PRECEDIDA E SEGUIDA DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS.

 

2) Aquando da remoção, EVITAR O CONTACTO COM A PARTE ANTERIOR DA MÁSCARA

.

3) Em situações específicas (nomeadamente REFEIÇÕES) em que o uso da máscara não seja possível, recomenda-se o DISTANCIAMENTO SOCIAL A MAIS DE UM METRO.

 

4) A utilização da máscara não invalida a necessidade de cumprimento das restantes medidas fundamentais na prevenção de infecção, nomeadamente:

 

4.1) HIGIENIZAÇÃO FREQUENTE DAS MÃOS COM Solução Alcoólica ou LAVAGEM COM ÁGUA E SABÃO;

 

4.2) Medidas de ETIQUETA RESPIRATÓRIA;

 

4.3) EVITAR GESTOS AUTOMÁTICOS de contacto frequente das mãos com a cara (inclusivamente a própria máscara)

 

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